sábado, 2 de outubro de 2010
França é alvo de críticas inglesas
A questão é NO AFEGANISTÃO
Afeganistão em pauta
Posição FALSA
“Não existe caminho para a paz a paz É o caminho”
A primeira sessão foi iniciada com os discursos, onde se destacaram as críticas a permanência das tropas no Afeganistão e as consequências da presença da mesma, voltado para o lado social e econômico.
A primeira sessão foi iniciada as 9h e 15min. Logo após ocorreram os discursos iniciais.
Começou com o discurso da França que disse que a Rússia é um aís pacifista e quer o bem do Afeganistão e que os 10 anos no país não foram bem gastos e que o Afeganistão precisa de ajuda não militar e que conseguirá se reerguer e quer chegar a um consenso.
O Gabão foi o seguinte e disse que o Afeganistão é ruim para se viver, o pior. Disse que a sua situação é parecida com a do Afeganistão. Diz que apoia países que investem no Afeganistão.
O Japão disse: “Excelentíssima senhora primeira secretária do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Andressa Pereira Fernandes, pela qual cumprimento a mesa e todas as nações aqui presentes. Bom Dia!
Os problemas do Afeganistão estão profundamente enraizados em questões culturais, geográficas, políticas e históricas e devem ser enfocados no contexto da estabilidade de uma região maior que as fronteiras políticas do país e que inclui o Paquistão e a Ásia Central de forma integrada. No entanto, uma das principais causas do terrorismo centralizado no Afeganistão foi a invasão soviética em 1979, fato que se prolongou por 10 anos, levando a nação em questão a decadência, tanto militar, quanto política e economicamente. Gerando certa hipocrisia, quando países que estavam diretamente envolvidos neste fato histórico, que foi gerado totalmente por interesses, criticam as ações de outros para a exterminação do terrorismo e ao restabelecimento do Afeganistão.
O mundo está voltado aos desafios que envolvem a reconstrução e estabilidade do Afeganistão. Até o momento, o Japão já construiu ou restaurou mais de 500 escolas, capacitou 10 mil professores alfabetizaram mais de 300 mil pessoas e forneceu vacinas para um total de 40 milhões de pessoas, junto com o pagamento de um auxílio equivalente aos salários de todo o efetivo policial de 80.000 afegãos por seis meses, como apoio na área de segurança, além de ser a nação que envia mais recursos econômicos a nação afegã.
“Todas as nações desejam o fim do terrorismo, porém, somente algumas tomam as medidas necessárias e cabíveis, sendo sempre crucificadas por países que não contribuem com recursos econômicos, muito menos com forças militares.”
Líbano disse que pretende melhorar as leis para a plantação de drogas, ajudar as mulheres e ao terrorismo no Afeganistão.
O Gabão citou a morte dos civis no Afeganistão e que a Nigéria sofre com os seus próprios conflitos que junto com a fome e a doença, que são presentes em todos os países pobres.
O Reino Unido citou que é o segundo maior em numero de tropas e que não conseguiria aguentar a saída das tropas e que a questão não é quando as tropas sairão, mas como o país deve estar ara haver a saída e que o governo tenha a força necessária, e que não é uma tarefa fácil, mas que é possível com ajuda de países. Estão pagando um preço alto pelo terrorismo que é presente. Sua missão terminara somente quando o país estiver preparado para aguentar.
A China disse que pretende encontrar uma decisão pacifica. Disse que desde que seu país soube do conflito, procurou maneiras de acabar com ele. Disse que muito tempo se passou e que são poucas as mudanças e pede a interrupção da guerra e se sente obrigado a pedir a retirada das tropas de quem começou essa guerra.
A Síria acredita que o assunto é de suma importância, mas que ficarão muito tristes com o discurso da secretaria que disse que os EUA começaram o conflito, A UNAMA tem realizado um grande trabalho. O talibã está certo em fazer tal conflito em defender o seu território. Caso não retirem, esse demônio (EUA), um dos mais corruptos do mundo, começarão um maior conflito.
A Turquia disse que o principal problema é a falta de segurança Afeganistão e que deve haver uma preocupação no desenvolvimento do país e que a liderança afegã deve em conjunto com a OTAN, realizá-lo. Seu principal objetivo é trazer paz para o país “Não existe caminho para a paz a paz É o caminho”
A Áustria se diz pacificadora e que realizou ações humanitárias. Defende a retirada gradativa de TODAS as tropas e que garantirá respalda para o Afeganistão, mas deve ocorrer ao mesmo tempo em que o desenvolvimento econômico, pára que o país possa se encaminhar sozinho depois. A UNAMA deve continuar no Afeganistão para ajudar na negociação do Afeganistão.
Bósnia-Herzegovina disse que é a favor de qualquer ajuda humanitária ao Afeganistão.
O Brasil disse: “É grande a honra de subir a esta tribuna e falar em nome do povo e do Governo brasileiros. Dentro de poucos dias, mais de 130 milhões de brasileiros comparecerão às urnas e escreverão mais um importante capítulo da nossa democracia. Ao longo dos dois mandatos do Presidente Lula, o Brasil mudou. Crescimento econômico sustentado, estabilidade financeira, inclusão social e a plena vigência da democracia conviveram e se reforçaram mutuamente. Mais de vinte milhões de brasileiros saíram da pobreza e outros tantos da pobreza extrema. Quase trinta milhões de pessoas ingressaram na classe média. Políticas públicas firmes e transparentes reduziram as desigualdades de renda, de acesso e de oportunidades. Milhões de brasileiros conquistaram dignidade e cidadania. O mercado interno fortalecido nos preservou dos piores efeitos da crise mundial desencadeada pela ciranda financeira nos países mais ricos do Planeta. O Brasil orgulha-se de já ter cumprido quase todas as metas e de estar a caminho de alcançar, em 2015, todos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A incapacidade de um país, de qualquer país, de alcançar essas metas deve ser encarada como um fracasso de toda a comunidade internacional. A promoção do desenvolvimento é uma responsabilidade coletiva. O Brasil vem se empenhando em ajudar outros países a replicar experiências bem sucedidas. Nesses últimos anos, o Brasil moveu-se na cena internacional impulsionado pelo sentido de solidariedade Temos a convicção de que é possível fazer política externa com humanismo, sem perder de vista o interesse nacional. Nos oito anos do Governo Lula, o Brasil desenvolveu uma diplomacia independente, sem subserviências e respeitosa de seus vizinhos e parceiros. Uma diplomacia inovadora, mas que não se afasta dos valores fundamentais da nação brasileira – a paz, o pluralismo, a tolerância e a solidariedade.Assim como o Brasil mudou, e continuará a mudar, o mundo se está transformando. É preciso aprofundar e acelerar essas mudanças. Com os avanços tecnológicos e a riqueza acumulada, não há mais lugar para a fome, a pobreza e as epidemias que podem ser evitadas. Não podemos mais conviver com a discriminação, a injustiça e o autoritarismo. Temos que enfrentar os desafios do desarmamento nuclear, do desenvolvimento sustentável e de um comércio mais livre e mais justo. Embora não sendo diretamente afetado pelos conflitos internos do Afeganistão, estamos diretamente ligados a qualquer conflito do mundo, uma vez que somos todos homens, que sejam de culturas diferentes, etnias diferentes, lugares diferentes, histórias diferentes, o mundo é um só ! Um pensamento egoísta não nos leva a lugar algum. Devemos nos mobilizar e auxiliar em todos conflitos existentes no mundo, internos ou não. Nós brasileiros nos revoltamos quando olhamos para o Afeganistão e percebemos que sua mortalidade se compara a um país medieval. Dados comprovam que a mortalidade afegã é a mesma da Inglaterra feudal (43 anos). As condições em que a população vive são revoltantes, é desumano! Andar na rua de carro e ter que desviar de um cadáver não só é aterrorizante como é revoltante para todos nós! Viver temendo um atentado terrorista a qualquer momento não é nem justo nem certo. Medidas devem ser tomadas e nós estamos aqui para isso, para propor e tomar medidas cabíveis a todos nós para tornar o Afeganistão um lugar pacifico e ajudar ao país para que aproveite sua riqueza e seu potencial para se desenvolver e crescer como todos nós. Sempre tivemos essa mentalidade, sempre visamos este objetivo e estejam certos: o Brasil continuará lutando para fazer desses ideais uma realidade.
Muito obrigado.
”
Os Estados Unidos disseram que o Talibã promete atentados, onda de seqüestros, mulheres enfrentarão barreiras. Devem provar ao mundo a importância de ser livre e que os países com estrutura devem ajudar. Um país [Afeganistão] é importante para o desenvolvimento do Mundo e não deve ser deixado na mão.
A Síria pediu vários apartes, mas nenhum foi aceito.
A Rússia se questiona sobre a função da ISAF no país. Muita das pessoas que morrem não tem nenhuma relação com essa revolta. Devem trabalhar na política, não a militar. Gostaria de ter esperança de que o Afeganistão tenha um futuro melhor e que muito deve ser feito para mudar essa situação.
O Afeganistão precisa da ajuda do Conselho de Segurança e pede para que olhem no sofrimento do seu país. Precisam para desenvolver o seu país. Ela sonha com um futuro melhor, espera que os sofrimentos sociais acabem.
O México, sendo o último a discursar disse:
Excelentíssima Secretária chefe do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Andressa Pereira Fernandes, através da qual cumprimento toda a mesa diretora, um bom dia. Bom dia também, senhores embaixadores que aqui representam suas nações.
“O México é uma república federal presidencialista, sua economia é a décima primeira maior do mundo e a nação é considerada como de renda média-alta. Apesar disso, o México enfrenta uma crise econômica que abalou o povo, decorrente da crise de 2008 nos Estados Unidos, e enfrenta também o narcotráfico, que é, no momento, um dos maiores e piores problemas do país. Mas está aos poucos se recuperando, dando incentivo às empresas para que invistam em nossa nação, afim de gerar novos empregos a favor das famílias mexicanas, para que haja com a ajuda de Deus, um melhora na economia e na vida mexicanas.
Ao que diz respeito ao tópico da reunião de hoje, o México é contra a retirada imediata das tropas da UNAMA do Afeganistão, e justifica a sua posição: um ótimo trabalho vem sendo feito no Afeganistão, muito dinheiro já foi investido, muitos soldados de várias nações foram enviados, e, se as tropas da UNAMA forem retiradas, todo o esforço e mobilização terão sido em vão, pois ainda há muito que se fazer. Não há dúvidas: as tropas sairão do Afeganistão; mas a questão não é essa. A questão é: quando? Como? Como ficarão as eleições e a democracia? Como ficarão as mulheres? Como ficará a segurança? Como ficará a questão do narcotráfico, do terrorismo, da economia e dos direitos humanos?
O Afeganistão precisa de ajuda para que possa se reestruturar e se manter sozinho, e o país ainda não está pronto para levantar e caminhar com as próprias pernas. É necessário que nós, nações do mundo, através da união e colaboração uns com os outros, ajudemos quem precisa. Portanto, embaixadores, peço que considerem: o Afeganistão não está preparado. E se fossem os países dos senhores? E se fossem o seu povo, sua nação? Estamos todos em um mesmo planeta, somos todos filhos de Deus, e merecemos, todos nós, viver com dignidade. E é disso que o Afeganistão precisa agora: uma vida com dignidade. E só conseguirá com a ajuda que nós podemos e devemos dar. Porque se fosse cada um por si senhores, não estaríamos aqui, essa reunião não estaria sendo feita, e, provavelmente, nem vivos estaríamos. Obrigada.”
Lista de Oradores
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
"Somos uma Nação, e Nação precisa de união."
"Excelentíssima Secretária Geral das Nações Unidas, Mônica Fonseca Franco, Excelentíssima primeira Secretária do Comitê Econômico Social, Ana Carolina Ferreira de Paiva.Ao Ilustríssimo Diretor do Colégio Cenecista de Pouso Alegre, o prof., Alexandre Marins, o Excelentíssimo Prefeito de Pouso Alegre, prof. Agnaldo Perugini, o Excelentíssimo Presidente da Camara dos Vereadores de Pouso Alegre, o Senhor Paulo Henrique Pereira Alves. Excelentíssimos segundos secretários, Redatores, Delegações e demais autoridades aqui presentes.
Uma Otíma Noite!
Sou Andressa Pereira Fernandes, 1ª Secretária do Comitê Conselho de Segurança das Nações Unidas, e é com grande satisfação que apresento minhas colegas de mesa, Gabriela de Silva Ribeiro, como 2ª Secretária e Mayra de Azevedo Tardeli como Redatora.
Em nome de todos os povos e nações do globo pertencentes à Organização das Nações Unidas, venho orgulhosamente apresentar este Comitê que tem por objetivo fundamental a busca da paz e da segurança internacional.
A primeira medida adotada pelo Conselho é recomendar que as partes conflitantes cheguem a um acordo por meios pacíficos. De acordo com a Carta das Nações Unidas, os Estados membros da ONU devem aceitar e cumprir as decisões deste Comitê.
O Conselho de Segurança possui três funções principais:
- Mantes a paz e a segurança internacional de acordo com os propósitos e princípios das Nações Unidas;
- Examinar qualquer controvérsia ou situação suscetível de provocar atritos internacionais;
- Recomendar métodos para o acerto de tais controvérsias ou as condições para sua solução.
Quanto à formação, o Conselho conta com quinze membros, sendo cinco permanentes. Porém, este ano estaremos com dezesseis membros dentro do Comitê.Isto ocorrerá porque o tema refere-se à problemática da Guerra no Afeganistão, e este participará como membro observador.
O Afeganistão é um país localizado no Centro da Ásia, considerado por muitos parte do “Oriente Médio”.
O conflito começou no dia 11 de Setembro de 2001, com um ataque terrorista aos Estados Unidos, quando dois aviões de chocaram contra as torres do World Trade Center e também atingiram parte do Pentágono (centro do poder norte-americano).O então presidente dos Estados Unidos, George Washington Buch, acusou a rede terrorista de Osama Bin Laden (Al-Qaeda) de ser a responsável pelos ataques e de terem suporte do governo Talibã no Afeganistão.
Um dos maiores desafios enfrentados no Afeganistão é a falta de segurança.Algumas áres por exemplo foram tomadas por Talibãs e outros insurgentes. Isso torna ainda mais lenta a reconstrução do Estado afegão.
O Conselho de Segurança é responsável por revisar o mandato da Missão de Assistência das Nações Unidas para o Afeganistão (UNAMA). Essa Missão possui o papel fundamental de promover a paz e a estabilidade no Afeganistão. A UNAMA apoia a reconstrução deste Estado e o fortalecimento das bases e da democracia.
Para que este Estado se desenvolva e alcance a estabilidade, é preciso que o país desenvolva a sua economia,respeite as leis, regras e Direitos Humanos e ao mesmo tempo em que cria oportunidades de empregos e implanta um bom governo.
Somos uma Nação, e Nação precisa de união. União precisa de acordos pacíficos.Por isso digo: sejamos uma Organização que acima de tudo busca a paz e a estabilidade.
Recebam meus cumprimentos e uma Boa Noite."

